{"id":15302,"date":"2008-04-11T13:36:24","date_gmt":"2008-04-11T16:36:24","guid":{"rendered":"http:\/\/sefaz.acre.gov.br:80\/2021\/?p=15302"},"modified":"2023-05-03T13:50:52","modified_gmt":"2023-05-03T16:50:52","slug":"decreto-no-2914-de-11-de-abril-de-2008-revogado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/?p=15302","title":{"rendered":"DECRETO N\u00ba 2.914 DE 11 DE ABRIL DE 2008 (Revogado)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE<\/strong>, no uso das atribui\u00e7\u00f5es que lhe confere o art.78, inciso IV da Constitui\u00e7\u00e3o Estadual, e<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Considerando o disposto no Ajuste SINIEF 07\/05, de 30 de setembro de 2005, que instituiu a Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 NF-<em>e<\/em> e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 DANFE e suas altera\u00e7\u00f5es posteriores; <strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Considerando que, a partir de 1\u00ba de abril de 2008, a Nota Fiscal Eletr\u00f4nica NF-<em>e<\/em> passa a ser obrigat\u00f3ria para determinados segmentos econ\u00f4micos, conforme disp\u00f5e o Protocolo ICMS 10\/07, de 18 de abril de 2007, com reda\u00e7\u00e3o dada pelos Protocolos ICMS 30\/07, de 6 de julho de 2007 e 88\/07, de 14 de dezembro de 2007;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Considerando, ainda, o disposto no Conv\u00eanio ICMS 57, de 28 de junho de 1995, que disp\u00f5e sobre a emiss\u00e3o de documentos fiscais e a escritura\u00e7\u00e3o de livros fiscais por contribuinte usu\u00e1rio de sistema eletr\u00f4nico de processamento de dados e no Manual de Integra\u00e7\u00e3o da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 NF-e, vers\u00e3o 2.0.2 (&#8220;Manual de Integra\u00e7\u00e3o-Contribuinte&#8221;), a que se reporta o Ato COTEPE\/ICMS n\u00b0 14\/07, de 12 de novembro de 2007, que disp\u00f5e sobre as especifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 NF<em>-e<\/em>, do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 DANFE e sobre os pedidos de concess\u00e3o de uso, cancelamento, inutiliza\u00e7\u00e3o de NF-<em>e <\/em>e consulta a cadastro, via WebServices; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Considerando, por fim, a moderniza\u00e7\u00e3o e a integra\u00e7\u00e3o dos Fiscos do pa\u00eds em torno de objetivos comuns e compartilhados de desenvolvimento de sistemas eletr\u00f4nicos de gest\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, que permitam otimizar o potencial fiscalizat\u00f3rio dos entes tributantes, bem como contribuir para a redu\u00e7\u00e3o de custos operacionais para os contribuintes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>D E C R E TA:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO I<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DA NOTA FISCAL ELETR\u00d4NICA \u2013 NF-<em>e<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 1\u00ba&nbsp; Fica institu\u00edda a Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 NF-<em>e <\/em>que poder\u00e1 ser utilizada em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, pelos contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados &#8211; IPI ou Imposto sobre Opera\u00e7\u00f5es Relativas \u00e0 Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e sobre a Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 ICMS.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba Considera-se Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 NF-<em>e<\/em> o documento emitido e armazenado eletronicamente, de exist\u00eancia apenas digital, com o intuito de documentar opera\u00e7\u00f5es e presta\u00e7\u00f5es, cuja validade jur\u00eddica \u00e9 garantida pela assinatura digital do emitente e autoriza\u00e7\u00e3o de uso pela Diretoria de Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria, antes da ocorr\u00eancia do fato gerador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba&nbsp; Os contribuintes do ICMS deste Estado que se enquadrarem nas hip\u00f3teses abaixo relacionadas ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 NF-<em>e<\/em> em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, para acobertar suas opera\u00e7\u00f5es:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; fabricantes de cigarros;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; distribuidores ou atacadistas de cigarros;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; produtores, formuladores e importadores de combust\u00edveis l\u00edquidos, assim definidos e autorizados por \u00f3rg\u00e3o federal competente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV &#8211; distribuidores de combust\u00edveis l\u00edquidos, assim definidos e autorizados por \u00f3rg\u00e3o federal competente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">V &#8211; transportadores e revendedores retalhistas &#8211; TRR, assim definidos e autorizados por \u00f3rg\u00e3o federal competente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VI &#8211; fabricantes de autom\u00f3veis, camionetes, utilit\u00e1rios, caminh\u00f5es, \u00f4nibus e motocicletas;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VII &#8211; fabricantes de cimento;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VIII &#8211; fabricantes, distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alop\u00e1ticos para uso humano;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IX &#8211; frigor\u00edficos e atacadistas que promoverem as sa\u00eddas de carnes frescas, refrigeradas ou congeladas das esp\u00e9cies bovinas, su\u00ednas, bufalinas e av\u00edcola;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">X &#8211; fabricantes de bebidas alco\u00f3licas inclusive cervejas e chopes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XI &#8211; fabricantes de refrigerantes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XII &#8211; agentes que assumem o papel de fornecedores de energia el\u00e9trica, no \u00e2mbito da C\u00e2mara de Comercializa\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica &#8211; CCEE;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XIII &#8211; fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos, relaminados, trefilados e perfilados de a\u00e7o;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XIV &#8211; fabricantes de ferro-gusa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color wp-block-paragraph\" style=\"color:#f02b2b\">Acrescido os Incisos XV a XCIII, pelo Decreto n\u00b0 4.006, de 31 de mar\u00e7o de 2009. Efeitos a partir de 01-04-2009.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XV \u2013 importadores de autom\u00f3veis, camionetes, utilit\u00e1rios, caminh\u00f5es, \u00f4nibus e motocicletas;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XVI \u2013 fabricantes e importadores de baterias e acumuladores para ve\u00edculos automotores;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XVII \u2013 fabricantes de pneum\u00e1ticos e de c\u00e2maras-de-ar;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XVIII \u2013 fabricantes e importadores de autope\u00e7as;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XIX \u2013 produtores, formuladores, importadores e distribuidores de solventes derivados de petr\u00f3leo, assim definidos e autorizados por \u00f3rg\u00e3o federal competente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XX \u2013 comerciantes atacadistas a granel de solventes derivados de petr\u00f3leo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXI \u2013 produtores, importadores e distribuidores de lubrificantes e graxas derivados de petr\u00f3leo, assim definidos e autorizados por \u00f3rg\u00e3o federal competente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXII \u2013 comerciantes atacadistas a granel de lubrificantes e graxas derivados de petr\u00f3leo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXIII \u2013 produtores, importadores, distribuidores a granel, engarrafadores e revendedores atacadistas a granel de \u00e1lcool para outros fins;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXIV \u2013 produtores, importadores e distribuidores de GLP \u2013 g\u00e1s liquefeito de petr\u00f3leo ou de GLGN &#8211; g\u00e1s liquefeito de g\u00e1s natural, assim definidos e autorizados por \u00f3rg\u00e3o federal competente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXV \u2013 produtores, importadores e distribuidores de GNV \u2013 g\u00e1s natural veicular, assim definidos e autorizados por \u00f3rg\u00e3o federal competente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;XXVI \u2013 atacadistas de produtos sider\u00fargicos e ferro gusa;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXVII \u2013 fabricantes de alum\u00ednio, laminados e ligas de alum\u00ednio;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXVIII \u2013 fabricantes de vasilhames de vidro, garrafas PET e latas para bebidas alco\u00f3licas e refrigerantes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXIX \u2013 fabricantes e importadores de tintas, vernizes, esmaltes e lacas;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXX\u2013 fabricantes e importadores de resinas termopl\u00e1sticas;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXI \u2013 distribuidores, atacadistas ou importadores de bebidas alco\u00f3licas, inclusive cervejas e chopes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXII \u2013 distribuidores, atacadistas ou importadores de refrigerantes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXIII \u2013 fabricantes, distribuidores, atacadistas ou importadores de extrato e xarope utilizados na fabrica\u00e7\u00e3o de refrigerantes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXIV \u2013 atacadistas de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXV \u2013 atacadistas de fumo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXVI \u2013 fabricantes de cigarrilhas e charutos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXVII \u2013 fabricantes e importadores de filtros para cigarros;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXVIII \u2013 fabricantes e importadores de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XXXIX \u2013 processadores industriais do fumo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XL \u2013 fabricantes de cosm\u00e9ticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLI \u2013 fabricantes de produtos de limpeza e de polimento;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLII \u2013 fabricantes de sab\u00f5es e detergentes sint\u00e9ticos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLIII \u2013 fabricantes de alimentos para animais;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLIV \u2013 fabricantes de papel;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLV \u2013 fabricantes de produtos de papel, cartolina, papel-cart\u00e3o e papel\u00e3o ondulado para uso comercial e de escrit\u00f3rio;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLVI \u2013 fabricantes e importadores de componentes eletr\u00f4nicos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLVII \u2013 fabricantes e importadores de equipamentos de inform\u00e1tica e de perif\u00e9ricos para equipamentos de inform\u00e1tica;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLVIII \u2013 fabricantes e importadores de equipamentos transmissores de comunica\u00e7\u00e3o, pecas e acess\u00f3rios;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XLIX \u2013 fabricantes e importadores de aparelhos de recep\u00e7\u00e3o, reprodu\u00e7\u00e3o, grava\u00e7\u00e3o e amplifica\u00e7\u00e3o de \u00e1udio e v\u00eddeo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">L \u2013 estabelecimentos que realizem reprodu\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo em qualquer suporte;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LI \u2013 estabelecimentos que realizem reprodu\u00e7\u00e3o de som em qualquer suporte;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LII \u2013 fabricantes e importadores de m\u00eddias virgens, magn\u00e9ticas e \u00f3pticas;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LIII \u2013 fabricantes e importadores de aparelhos telef\u00f4nicos e de outros equipamentos de comunica\u00e7\u00e3o, pe\u00e7as e acess\u00f3rios;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LIV \u2013 fabricantes de aparelhos eletrom\u00e9dicos e eletroterapeuticos e equipamentos de irradia\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LV \u2013 fabricantes e importadores de pilhas, baterias e acumuladores el\u00e9tricos, exceto para ve\u00edculos automotores;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LVI \u2013 fabricantes e importadores de material el\u00e9trico para instala\u00e7\u00f5es em circuito de consumo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LVII \u2013 fabricantes e importadores de fios, cabos e condutores el\u00e9tricos isolados;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LVIII \u2013 fabricantes e importadores de material el\u00e9trico e eletr\u00f4nico para ve\u00edculos automotores, exceto baterias;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LIX \u2013 fabricantes e importadores de fog\u00f5es, refrigeradores e maquinas de lavar e secar para uso domestico, pe\u00e7as e acess\u00f3rios;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LX \u2013 estabelecimentos que realizem moagem de trigo e fabrica\u00e7\u00e3o de derivados de trigo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXI \u2013 atacadistas de caf\u00e9 em gr\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXII \u2013 atacadistas de caf\u00e9 torrado, mo\u00eddo e sol\u00favel;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXIII \u2013 produtores de caf\u00e9 torrado e mo\u00eddo, aromatizado;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXIV \u2013 fabricantes de \u00f3leos vegetais refinados, exceto \u00f3leo de milho;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXV \u2013 fabricantes de defensivos agr\u00edcolas;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXVI \u2013 fabricantes de adubos e fertilizantes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXVII \u2013 fabricantes de medicamentos homeop\u00e1ticos para uso humano;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXVIII \u2013 fabricantes de medicamentos fitoter\u00e1picos para uso humano;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXIX \u2013 fabricantes de medicamentos para uso veterin\u00e1rio;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXX \u2013 fabricantes de produtos farmoqu\u00edmicos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXI \u2013 atacadistas e importadores de malte para fabrica\u00e7\u00e3o de bebidas alco\u00f3licas;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXII \u2013 fabricantes e atacadistas de latic\u00ednios;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXIII \u2013 fabricantes de artefatos de material pl\u00e1stico para usos industriais;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXIV \u2013 fabricantes de tubos de a\u00e7o sem costura;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXV \u2013 fabricantes de tubos de a\u00e7o com costura;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXVI \u2013 fabricantes e atacadistas de tubos e conex\u00f5es em PVC e cobre;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXVII \u2013 fabricantes de artefatos estampados de metal;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXVIII \u2013 fabricantes de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXIX \u2013 fabricantes de cron\u00f4metros e rel\u00f3gios;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXX \u2013 fabricantes de equipamentos e instrumentos \u00f3pticos, pe\u00e7as e acess\u00f3rios;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXI \u2013 fabricantes de equipamentos de transmiss\u00e3o ou de rolamentos, para fins industriais;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXII \u2013 fabricantes de m\u00e1quinas, equipamentos e aparelhos para transporte e eleva\u00e7\u00e3o de cargas, pe\u00e7as e acess\u00f3rios;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXIII \u2013 fabricantes de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso n\u00e3o-industrial;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXIV \u2013 serrarias com desdobramento de madeira;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXV \u2013 fabricantes de artefatos de joalheria e ourivesaria;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXVI \u2013 fabricantes de tratores, pe\u00e7as e acess\u00f3rios, exceto agr\u00edcolas;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXVII \u2013 fabricantes e atacadistas de p\u00e3es, biscoitos e bolacha;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXVIII \u2013 fabricantes e atacadistas de vidros planos e de seguran\u00e7a;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LXXXIX \u2013 atacadistas de mercadoria em geral, com predomin\u00e2ncia de produtos aliment\u00edcios;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XC \u2013 concession\u00e1rios de ve\u00edculos novos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XCI \u2013 fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cer\u00e2micos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XCII \u2013 tecelagem de fios de fibras t\u00eaxteis;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">XCIII \u2013 prepara\u00e7\u00e3o e fia\u00e7\u00e3o de fibras t\u00eaxteis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00ba&nbsp; A obrigatoriedade de que trata o par\u00e1grafo anterior aplica-se:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; a partir de 1\u00ba de abril de 2008, relativamente aos incisos I a V;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; a partir de 1\u00ba de setembro de 2008, relativamente aos incisos VI a XIV.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color wp-block-paragraph\" style=\"color:#f02b2b\">Acrescido os Incisos III e IV, pelo Decreto n\u00b0 4.006, de 31 de mar\u00e7o de 2009. Efeitos a partir de 01-04-2009.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; a partir de 1\u00ba de abril de 2009, relativamente aos incisos XV a XXXIX;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV &#8211; a partir de 1\u00ba de setembro de 2009, relativamente aos incisos XL a XCIII.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 4\u00ba&nbsp; Sem preju\u00edzo do preconizado no par\u00e1grafo anterior, a Secretaria de Estado de Fazenda do Acre poder\u00e1 editar normas complementares para:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; indicar os contribuintes enquadrados nas hip\u00f3teses arroladas, ainda que por segmento econ\u00f4mico;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; estender a obrigatoriedade de emiss\u00e3o de NF-<em>e<\/em> a outras hip\u00f3teses n\u00e3o contempladas no par\u00e1grafo 2\u00ba;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; dispor sobre:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">a) os procedimentos de credenciamento eletr\u00f4nico, de of\u00edcio ou volunt\u00e1rio, para emiss\u00e3o de Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">b) os requisitos de validade e autenticidade da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 NF-<em>e<\/em> e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica \u2013 DANFE;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">c) a disponibiliza\u00e7\u00e3o no site da Internet de consultas eletr\u00f4nicas relativas \u00e0 NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">d) os procedimentos a serem obedecidos nas transmiss\u00f5es de arquivos digitais, autoriza\u00e7\u00f5es de uso, cancelamento e inutiliza\u00e7\u00e3o da NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 5\u00ba&nbsp; A obrigatoriedade de que trata o \u00a7 2\u00ba, se aplica a todas as opera\u00e7\u00f5es dos contribuintes referidos que estejam localizados no Estado do Acre, ficando vedada a emiss\u00e3o de Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, pelos mesmos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color wp-block-paragraph\" style=\"color:#f02b2b\">Acrescido o \u00a7 6\u00ba, pelo Decreto n\u00b0 4.006, de 31 de mar\u00e7o de 2009. Efeitos a partir de 01-04-2009.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 6\u00ba&nbsp; A obrigatoriedade da emiss\u00e3o de NF-<em>e <\/em>aos importadores referenciados no \u00a7 2\u00ba, que n\u00e3o se enquadrem em outra hip\u00f3tese de obrigatoriedade, ficar\u00e1 restrita a opera\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 2\u00ba&nbsp; Os contribuintes do Imposto sobre Opera\u00e7\u00f5es Relativas \u00e0 Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e sobre a Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 ICMS observar\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es, as regras e os procedimentos previstos neste Decreto, para garantir a validade jur\u00eddica e a regularidade das opera\u00e7\u00f5es e presta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os acobertadas pela Nota Fiscal Eletr\u00f4nica &#8211; NF-<em>e<\/em>. <strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DO CREDENCIAMENTO DO CONTRIBUINTE PARA EMISS\u00c3O DE NF-<em>e<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 3\u00ba&nbsp; Para emiss\u00e3o da NF-<em>e<\/em>, o contribuinte dever\u00e1 solicitar, previamente, seu credenciamento junto \u00e0 Secretaria de Estado da Fazenda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba&nbsp; Fica vedado o credenciamento para a emiss\u00e3o de NF-<em>e<\/em> de contribuinte que:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; n\u00e3o utilize sistema eletr\u00f4nico de processamento de dados, nos termos dos Conv\u00eanios ICMS 57\/95 e 58\/95, ambos de 28 de junho de 1995.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II \u2013 tenha sua inscri\u00e7\u00e3o no Cadastro de Contribuintes do ICMS deste Estado baixada ou cassada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba&nbsp; O contribuinte que for obrigado \u00e0 emiss\u00e3o de NF-<em>e<\/em> ser\u00e1 credenciado pela Secretaria de Estado da Fazenda, ainda que n\u00e3o atenda ao disposto no Conv\u00eanio ICMS 57\/95.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00b0&nbsp; \u00c9 vedada a emiss\u00e3o de nota fiscal modelo 1 ou 1-A por contribuinte credenciado \u00e0 emiss\u00e3o de NF-<em>e<\/em>, exceto quando a legisla\u00e7\u00e3o estadual assim permitir ou mediante pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 4\u00ba&nbsp; O credenciamento efetuado nos termos deste Decreto poder\u00e1 ser alterado, cassado ou revogado, a qualquer tempo, no interesse da Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria, pela &nbsp;Diretoria de Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO III<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DOS REQUISITOS E FORMALIDADES PARA EMISS\u00c3O E TRANSMISS\u00c3O DA NF-<em>e<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 4\u00ba&nbsp; A NF-<em>e<\/em> dever\u00e1 ser emitida com base em leiaute estabelecido&nbsp; no Ato COTEPE\/ICMS n\u00b0 14, de 12 de novembro de 2007, por meio de <strong>software<\/strong> desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela Secretaria de Estado da Fazenda, observadas as seguintes formalidades:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I \u2013 o arquivo digital da NF-<em>e<\/em> dever\u00e1 ser elaborado no padr\u00e3o XML (<em>Extended Markup Language<\/em>);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II \u2013 a numera\u00e7\u00e3o da NF-<em>e<\/em> ser\u00e1 seq\u00fcencial de 1 a 999.999.999, por estabelecimento e por s\u00e9rie, devendo ser reiniciada quando atingido esse limite;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; a NF-<em>e<\/em> dever\u00e1:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">a) conter um c\u00f3digo num\u00e9rico gerado pelo emitente, que compor\u00e1 a chave de acesso de identifica\u00e7\u00e3o da NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">b) ser assinada pelo emitente, com assinatura digital, certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves P\u00fablicas Brasileira &#8211; ICP- Brasil, contendo o CNPJ do emitente ou da matriz, a fim de garantir a autoria do documento digital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Par\u00e1grafo \u00fanico. O contribuinte poder\u00e1 adotar s\u00e9ries distintas para a emiss\u00e3o da NF-<em>e<\/em>, mediante pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 5\u00ba&nbsp; O arquivo digital da NF-<em>e<\/em> s\u00f3 poder\u00e1 ser utilizado como documento fiscal, ap\u00f3s:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; ser transmitido eletronicamente \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria, nos termos do artigo 6\u00ba;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; autorizado seu uso por meio de Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, nos termos do artigo 7\u00ba.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba&nbsp; Ainda que formalmente regular, n\u00e3o ser\u00e1 considerada documento fiscal id\u00f4neo, a NF-<em>e<\/em> que tiver sido emitida ou utilizada com dolo, fraude, simula\u00e7\u00e3o ou erro, que possibilite, mesmo que a terceiro, o n\u00e3o-pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba&nbsp; Para os efeitos fiscais, os v\u00edcios de que trata o \u00a7 1\u00ba contaminam tamb\u00e9m o respectivo documento fiscal gerado pela NF-<em>e <\/em>n\u00e3o sendo considerada documento id\u00f4neo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00ba&nbsp; A autoriza\u00e7\u00e3o de uso da NF-<em>e <\/em>&nbsp;concedida pela Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria &nbsp;n\u00e3o implica valida\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es nela contidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 6\u00ba&nbsp; A transmiss\u00e3o do arquivo digital da NF-<em>e <\/em>&nbsp;dever\u00e1 ser efetuada via Internet, por meio de protocolo de seguran\u00e7a ou criptografia, com utiliza\u00e7\u00e3o de <strong>software<\/strong> desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Par\u00e1grafo \u00fanico. A transmiss\u00e3o referida no <strong>caput<\/strong> implica solicita\u00e7\u00e3o de concess\u00e3o de Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO IV<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DA AUTORIZA\u00c7\u00c3O DE USO DA NF-<em>e<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 7\u00ba&nbsp; Antes de conceder a Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, a Secretaria de Estado da Fazenda analisar\u00e1, no m\u00ednimo, os seguintes elementos:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es principal e acess\u00f3rias pelo emitente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; o credenciamento do emitente, para emiss\u00e3o de NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; a autoria da assinatura do arquivo digital da NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV &#8211; a integridade do arquivo digital da NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">V &#8211; a observ\u00e2ncia do leiaute do arquivo digital, estabelecido pelo Ato Cotepe 72, de 20 de dezembro de 2005;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VI &#8211; a numera\u00e7\u00e3o da NF-<em>e<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;\u00a7 1\u00ba&nbsp; A autoriza\u00e7\u00e3o de uso poder\u00e1 ser concedida pela Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria atrav\u00e9s da infra-estrutura tecnol\u00f3gica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada, na condi\u00e7\u00e3o de conting\u00eancia prevista no inciso I do artigo 12.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba A Secretaria de Estado da Fazenda poder\u00e1, mediante protocolo, estabelecer que a autoriza\u00e7\u00e3o de uso ser\u00e1 concedida pela mesma, mediante a utiliza\u00e7\u00e3o da infra-estrutura tecnol\u00f3gica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00ba&nbsp; Nas situa\u00e7\u00f5es constante dos \u00a7\u00a7 1\u00ba e 2\u00ba a Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria que autorizar o uso da NF-<em>e<\/em> dever\u00e1 observar as disposi\u00e7\u00f5es constantes do Ajuste SINIEF 07\/05, de 30 de setembro de 2005.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 8\u00ba<strong>&nbsp; <\/strong>Ap\u00f3s a an\u00e1lise a que se refere o artigo anterior, a Secretaria de Estado da Fazenda comunicar\u00e1 o emitente:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; da concess\u00e3o da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; da denega\u00e7\u00e3o da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF- <em>e<\/em> em virtude de irregularidade do emitente no cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es principal e acess\u00f3rias;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; da rejei\u00e7\u00e3o do arquivo digital da NF- <em>e<\/em> em virtude de:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">a) falha na recep\u00e7\u00e3o ou no processamento do arquivo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">b) falha no reconhecimento da autoria da assinatura digital ou da integridade do arquivo digital;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">c) o emitente n\u00e3o estar credenciado \u00e0 emiss\u00e3o de NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">d) duplicidade do n\u00famero da NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">e) falha na leitura do n\u00famero da NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo digital da NF-<em>e <\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00b0&nbsp; Ap\u00f3s a concess\u00e3o da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, a NF-<em>e<\/em> n\u00e3o poder\u00e1 ser alterada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00b0&nbsp; Na hip\u00f3tese de denega\u00e7\u00e3o da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, conforme previsto no inciso II:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; o arquivo digital transmitido ficar\u00e1 arquivado na Secretaria de Estado da Fazenda para consulta nos termos do artigo 16, identificado como &#8220;Denegada a Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso&#8221;;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel sanar a irregularidade e solicitar nova Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em> para NF-<em>e<\/em> de mesmo n\u00famero.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00b0&nbsp; Na hip\u00f3tese do inciso III:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; o arquivo digital rejeitado n\u00e3o ser\u00e1 arquivado na Secretaria de Estado da Fazenda para consulta;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; o emitente poder\u00e1 transmitir, novamente, o arquivo digital da NF-<em>e<\/em> nos casos previstos nas al\u00edneas &#8220;a&#8221;, &#8220;b&#8221; e &#8220;e&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 4\u00b0 A comunica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 efetuada pela Internet, mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro por ele autorizado, contendo, conforme o caso, o n\u00famero do protocolo, a chave de acesso, o n\u00famero da NF-<em>e<\/em>, a data e a hora do recebimento da solicita\u00e7\u00e3o de Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e <\/em>pela Secretaria de Estado da Fazenda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 5\u00b0&nbsp; Nas hip\u00f3teses dos incisos II e III, deste artigo, o protocolo a que se refere o \u00a7 4\u00b0 conter\u00e1 tamb\u00e9m informa\u00e7\u00f5es sobre o motivo pelo qual a Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em> n\u00e3o foi concedida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO V<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DA TRANSMISS\u00c3O DA NF-<em>e <\/em>\u00c0 SRFB E \u00c0 OUTRAS ENTIDADES INTERESSADAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 9\u00ba&nbsp; Concedida a Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, a Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria&nbsp; dever\u00e1 transmitir, nos termos do Ajuste SINIEF 07\/05, de 30 de setembro de 2005, a NF-<em>e<\/em> para a Secretaria da Receita Federal do Brasil e, conforme o caso, para:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I \u2013 a Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria da unidade federada de destino das mercadorias, no caso de opera\u00e7\u00e3o interestadual;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II \u2013 a Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria da unidade federada onde se deva processar o embarque de mercadoria, na sa\u00edda para o exterior;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; a Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria da unidade federada de desembara\u00e7o aduaneiro, tratando-se de opera\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00e3o de mercadoria ou bem do exterior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV &#8211; a Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus \u2013 SUFRAMA, quando a NF-<em>e <\/em>tiver como destinat\u00e1rio pessoa localizada nas \u00e1reas incentivadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Par\u00e1grafo \u00fanico.&nbsp; A Secretaria de Estado de Fazenda do Acre ou a Secretaria da Receita Federal do Brasil tamb\u00e9m poder\u00e3o transmitir a NF-<em>e <\/em>ou fornecer informa\u00e7\u00f5es parciais para:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; Administra\u00e7\u00f5es Tribut\u00e1rias Municipais, nos casos em que a NF-<em>e<\/em> envolva servi\u00e7os sujeitos ao ISSQN, mediante pr\u00e9vio conv\u00eanio ou protocolo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; outros \u00f3rg\u00e3os da Administra\u00e7\u00e3o Direta, Indireta, Funda\u00e7\u00f5es e Autarquias, que necessitem de informa\u00e7\u00f5es da NF-<em>e <\/em>para desempenho de suas atividades, mediante pr\u00e9vio conv\u00eanio ou protocolo de coopera\u00e7\u00e3o, respeitado o sigilo fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO VI<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETR\u00d4NICA \u2013 DANFE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 10. Fica institu\u00eddo o Documento Auxiliar da NF-<em>e<\/em> \u2013 DANFE, para acompanhar o tr\u00e2nsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-<em>e<\/em>, prevista no artigo 16.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba&nbsp; Para acompanhar a mercadoria no seu transporte, o contribuinte credenciado dever\u00e1 emitir o DANFE, que:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; dever\u00e1 observar o leiaute estabelecido pelo Ato Cotepe 14, de 12 de novembro de 2007;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; dever\u00e1 ser impresso em papel comum, exceto papel jornal, de tamanho A4 (210 x 297 mm), podendo ser utilizadas folhas soltas ou formul\u00e1rio cont\u00ednuo, bem como ser pr\u00e9-impresso;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; dever\u00e1 conter c\u00f3digo de barras, conforme padr\u00e3o definido pelo Ato Cotepe 72, de 20 de dezembro de 2005;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV &#8211; poder\u00e1 conter outros elementos gr\u00e1ficos, desde que n\u00e3o prejudiquem a leitura do seu conte\u00fado ou do c\u00f3digo de barras por leitor \u00f3ptico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00b0&nbsp; O DANFE:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; somente poder\u00e1 ser utilizado para acompanhar a mercadoria em tr\u00e2nsito ap\u00f3s a concess\u00e3o da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em> ou na hip\u00f3tese prevista no artigo 10;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II- poder\u00e1 ser utilizado para facilitar a consulta da NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00b0&nbsp; Quando a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria exigir a utiliza\u00e7\u00e3o de vias adicionais ou previr a utiliza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica das vias das Notas Fiscais, modelo 1 ou 1-A, o contribuinte credenciado a emitir NF-<em>e<\/em> dever\u00e1 imprimir tantas c\u00f3pias do DANFE quanto forem necess\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 4\u00b0&nbsp; Para fins fiscais, aplica-se ao DANFE o disposto no \u00a7 1\u00b0 do artigo 5\u00b0.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 5\u00ba&nbsp; Os t\u00edtulos e informa\u00e7\u00f5es dos campos constantes no DANFE devem ser grafados de modo que seus dizeres e indica\u00e7\u00f5es estejam bem leg\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 6\u00ba&nbsp; A aposi\u00e7\u00e3o de carimbos no DANFE, quando do tr\u00e2nsito da mercadoria, deve ser feita em seu verso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 7\u00ba&nbsp; \u00c9 permitida a indica\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es complementares de interesse do emitente, impressas no verso do DANFE, hip\u00f3tese em que sempre ser\u00e1 reservado espa\u00e7o, com a dimens\u00e3o m\u00ednima de 10&#215;15 cm, em qualquer sentido, para atendimento ao disposto no par\u00e1grafo anterior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 8\u00ba&nbsp;&nbsp; No caso de destinat\u00e1rio n\u00e3o credenciado para emitir NF-<em>e, <\/em>a escritura\u00e7\u00e3o da NF-<em>e <\/em>poder\u00e1 ser efetuada com base nas informa\u00e7\u00f5es contidas no DANFE, observado o disposto no artigo 11.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 9\u00ba Os contribuintes, mediante autoriza\u00e7\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria, poder\u00e3o solicitar altera\u00e7\u00e3o do leiaute do DANFE, estabelecido pelo Ato COTEPE 72, de 20 de dezembro de 2005, para adequ\u00e1-lo \u00e0s suas opera\u00e7\u00f5es, desde que mantidos os campos obrigat\u00f3rios da NF-<em>e <\/em>constantes do DANFE.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 11. O contribuinte de ICMS do Estado, na condi\u00e7\u00e3o de emitente ou de destinat\u00e1rio, dever\u00e1 manter em arquivo digital as NF-<em>e,<\/em> pelo prazo estabelecido na legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria para guarda de documentos fiscais, devendo ser apresentadas \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria, quando solicitado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Par\u00e1grafo \u00fanico.&nbsp; O destinat\u00e1rio dever\u00e1 verificar a validade e a autenticidade da NF-<em>e<\/em> e a concess\u00e3o da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO VII<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DAS CONTIG\u00caNCIAS NA TRANSMISS\u00c3O OU NA AUTORIZA\u00c7\u00c3O DE USO DA NF-<em>e<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 12. Quando, em decorr\u00eancia de problemas t\u00e9cnicos, n\u00e3o for poss\u00edvel transmitir o arquivo digital da NF-<em>e<\/em> para a Secretaria de Estado da Fazenda, ou obter resposta \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o de Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, o contribuinte dever\u00e1 gerar novo arquivo, conforme definido em ATO COTEPE, informando que a respectiva NF-<em>e<\/em> foi emitida em conting\u00eancia e adotar uma das seguintes alternativas:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I \u2013 transmitir a NF-<em>e<\/em> para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, nos termos dos artigos 5\u00ba, 6\u00ba e 7\u00ba;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; imprimir o DANFE em formul\u00e1rio de seguran\u00e7a, observado o disposto no artigo 18.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba&nbsp; Na hip\u00f3tese prevista no inciso I do <strong>caput<\/strong>, a Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria poder\u00e1 autorizar a NF-<em>e<\/em> utilizando-se da infra-estrutura tecnol\u00f3gica da Secretaria da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba&nbsp; Ap\u00f3s a concess\u00e3o de Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, conforme disposto no par\u00e1grafo anterior, a Secretaria da Receita Federal do Brasil dever\u00e1 transmitir a NF-<em>e<\/em> para a Secretaria de Estado da Fazenda, sem preju\u00edzo da observ\u00e2ncia \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es constantes do Ajuste SINIEF 07\/05 e suas altera\u00e7\u00f5es posteriores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00ba&nbsp; Na hip\u00f3tese do inciso II do <strong>caput<\/strong>, o DANFE dever\u00e1 ser impresso em, no m\u00ednimo duas vias, constando no corpo a express\u00e3o &#8220;DANFE em Conting\u00eancia. Impresso em decorr\u00eancia de problemas t\u00e9cnicos&#8221;, tendo as vias a seguinte destina\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; uma das vias permitir\u00e1 o tr\u00e2nsito das mercadorias e dever\u00e1 ser mantida em arquivo pelo destinat\u00e1rio pelo prazo estabelecido na legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria para a guarda de documentos fiscais;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; outra via dever\u00e1 ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria para a guarda dos documentos fiscais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 4\u00ba&nbsp; Dispensa-se a exig\u00eancia de formul\u00e1rio de seguran\u00e7a para a impress\u00e3o das vias adicionais previstas no \u00a7 3\u00b0 do artigo 10.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 5\u00ba&nbsp; Na hip\u00f3tese do inciso II do <strong>caput<\/strong> deste artigo, imediatamente ap\u00f3s a cessa\u00e7\u00e3o dos problemas t\u00e9cnicos que impediram a transmiss\u00e3o ou recep\u00e7\u00e3o do retorno da autoriza\u00e7\u00e3o da NF-<em>e<\/em>, o emitente dever\u00e1 transmitir \u00e0 Secretaria de Estado da Fazenda as NF-<em>e<\/em> geradas em conting\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 6\u00ba&nbsp; Se a NF-<em>e<\/em> transmitida nos termos do par\u00e1grafo anterior vier a ser rejeitada pela Secretaria de Estado da Fazenda do Acre, o contribuinte dever\u00e1:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; gerar novamente o arquivo com a mesma numera\u00e7\u00e3o e s\u00e9rie, sanando a irregularidade;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; solicitar nova Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III \u2013 imprimir, em formul\u00e1rio de seguran\u00e7a, o DANFE correspondente \u00e0 NF-<em>e<\/em> autorizada;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV &#8211; providenciar, junto ao destinat\u00e1rio, a entrega da NF-<em>e<\/em> autorizada, bem como do novo DANFE impresso nos termos do inciso anterior, caso a gera\u00e7\u00e3o saneadora da irregularidade da NF-<em>e<\/em> tenha promovido alguma altera\u00e7\u00e3o no DANFE.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 7\u00ba&nbsp; O destinat\u00e1rio dever\u00e1 manter em arquivo pelo prazo decadencial estabelecido pela legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, junto \u00e0 via mencionada no inciso I do \u00a73\u00ba deste artigo, a via do DANFE recebida nos termos do inciso IV do \u00a76\u00ba deste artigo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 8\u00ba&nbsp; Se ap\u00f3s decorrido o prazo de 30 dias do recebimento de mercadoria acompanhada de DANFE impresso nos termos do inciso II do caput deste artigo, o destinat\u00e1rio n\u00e3o puder confirmar a exist\u00eancia da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, dever\u00e1 comunicar o fato \u00e0 unidade fazend\u00e1ria de seu domic\u00edlio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 9\u00ba&nbsp;&nbsp; O contribuinte dever\u00e1, na hip\u00f3tese do inciso II do <strong>caput<\/strong> deste artigo, lavrar termo no Livro Registro de Documentos Fiscais e Termos de Ocorr\u00eancia, modelo 6, informando o motivo da entrada em conting\u00eancia, n\u00famero dos formul\u00e1rios de seguran\u00e7a utilizados, a data e hora do seu in\u00edcio e seu t\u00e9rmino, bem como a numera\u00e7\u00e3o e s\u00e9rie das NF-<em>e<\/em> geradas neste per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO VIII<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DO CANCELAMENTO E DA INUTILIZA\u00c7\u00c3O DA NF-e<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 13.&nbsp; Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s NF-<em>e<\/em> que foram transmitidas antes da conting\u00eancia e ficaram pendentes de retorno, o emitente dever\u00e1 solicitar, ap\u00f3s a cessa\u00e7\u00e3o das falhas:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; o cancelamento de NF-<em>e<\/em>, desde que n\u00e3o tenha ocorrido a circula\u00e7\u00e3o da mercadoria ou a presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o e ap\u00f3s a concess\u00e3o de Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, observadas as demais disposi\u00e7\u00f5es da legisla\u00e7\u00e3o pertinente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; a inutiliza\u00e7\u00e3o de n\u00famero de NF-<em>e<\/em> n\u00e3o utilizada, na hip\u00f3tese de quebra de sequ\u00eancia da numera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00b0&nbsp; O cancelamento de NF-<em>e<\/em> referido o inciso I dever\u00e1 ser solicitado mediante Pedido de Cancelamento de NF-<em>e<\/em>, que ser\u00e1 transmitido \u00e0 Secretaria da Fazenda, pelo emitente da NF-<em>e<\/em> a ser cancelada, mediante utiliza\u00e7\u00e3o de <strong>software<\/strong> desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00b0&nbsp; A inutiliza\u00e7\u00e3o de n\u00famero de NF-<em>e<\/em> referido no inciso II dever\u00e1 ser solicitado mediante Pedido de Inutiliza\u00e7\u00e3o de N\u00famero da NF-e, at\u00e9 o 10\u00b0 (d\u00e9cimo) dia do m\u00eas subsequente \u00e0quele em que ocorrer a quebra de sequ\u00eancia da numera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00b0&nbsp; O Pedido de Cancelamento de NF-e e o Pedido de Inutiliza\u00e7\u00e3o de N\u00famero da NF-e:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I &#8211; dever\u00e3o observar o leiaute estabelecido pelo Ato Cotepe 14, de 12 de novembro de 2007;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II &#8211; dever\u00e3o conter assinatura digital do emitente, certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves P\u00fablicas Brasileira &#8211; ICP-Brasil, contendo o CNPJ do emitente ou da matriz;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; dever\u00e3o ser transmitidos via Internet, com protocolo de seguran\u00e7a ou criptografia;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV &#8211; ter\u00e3o o seu deferimento ou indeferimento comunicado pela Internet, mediante protocolo disponibilizado ao solicitante ou a terceiro por ele autorizado, contendo, conforme o caso, o n\u00famero do protocolo, a chave de acesso, o n\u00famero da NF-<em>e<\/em>, a data e a hora do recebimento da solicita\u00e7\u00e3o pela Secretaria da Fazenda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00b0 A Secretaria de Estado da Fazenda dever\u00e1 transmitir para as Administra\u00e7\u00f5es Tribut\u00e1rias e entidades referenciadas no artigo 9\u00b0, os Cancelamentos de NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 14. Ap\u00f3s a concess\u00e3o da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, a Secretaria de Estado da Fazenda disponibilizar\u00e1, na Internet, consulta \u00e0 NF-<em>e<\/em>, pelo prazo m\u00ednimo de 180 (cento e oitenta) dias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00b0&nbsp; A consulta prevista no <strong>caput<\/strong> poder\u00e1 ser efetuada pelo interessado, mediante informa\u00e7\u00e3o da \u201cchave de acesso\u201d da NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00b0 A consulta prevista no <strong>caput <\/strong>poder\u00e1 ser efetuada tamb\u00e9m, subsidiariamente, no ambiente nacional disponibilizado pela Receita Federal do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00b0&nbsp; Ap\u00f3s o prazo previsto neste artigo a consulta \u00e0 NF-<em>e<\/em> poder\u00e1 ser substitu\u00edda por informa\u00e7\u00f5es que identifiquem a NF-<em>e<\/em>, tais como n\u00famero, data de emiss\u00e3o, CNPJ do emitente e do destinat\u00e1rio, valor, as quais ficar\u00e3o dispon\u00edveis pelo prazo decadencial previsto na legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO IX<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DA CARTA DE CORRE\u00c7\u00c3O ELETR\u00d4NICA &#8211; CC-<em>e<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 15.&nbsp; Ap\u00f3s a concess\u00e3o da Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, de que trata o artigo 8\u00b0, o emitente poder\u00e1 sanar erros em campos espec\u00edficos da NF-<em>e<\/em>, observado o disposto no \u00a71\u00ba-A do artigo 7\u00ba do Conv\u00eanio SINIEF s\/n\u00ba de 1970, por meio de Carta de Corre\u00e7\u00e3o Eletr\u00f4nica \u2013 CC-<em>e<\/em>, transmitida \u00e0 Secretaria de Estado da Fazenda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba A Carta de Corre\u00e7\u00e3o Eletr\u00f4nica\u2013CC-<em>e<\/em> dever\u00e1 atender ao leiaute estabelecido pelo Ato Cotepe 14, de 12 de novembro de 2007, e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves P\u00fablicas Brasileira &#8211; ICP-Brasil, contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz, a fim de garantir a autoria do documento digital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba&nbsp; A transmiss\u00e3o da CC-<em>e<\/em> ser\u00e1 efetivada via Internet, por meio de protocolo de seguran\u00e7a ou criptografia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00ba&nbsp; A cientifica\u00e7\u00e3o da recep\u00e7\u00e3o da CC-<em>e<\/em> ser\u00e1 feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, a &#8220;chave de acesso&#8221;, o n\u00famero da NF-<em>e<\/em>, a data e a hora do recebimento da solicita\u00e7\u00e3o pela SEFAZ\/AC e o n\u00famero do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certifica\u00e7\u00e3o digital da SEFAZ\/AC ou outro mecanismo de confirma\u00e7\u00e3o de recebimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 4\u00b0&nbsp; Havendo mais de uma CC-<em>e<\/em> para a mesma NF-<em>e<\/em>, o emitente dever\u00e1 consolidar na \u00faltima todas as informa\u00e7\u00f5es anteriormente retificadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 5\u00ba&nbsp; A Diretoria de Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria dever\u00e1 transmitir a CC-<em>e<\/em> recebida \u00e0s administra\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias e entidades previstas no artigo 9\u00b0.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 6\u00ba&nbsp; O protocolo de que trata o \u00a7 3\u00ba deste artigo n\u00e3o implica valida\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es contidas na CC-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO X<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DAS CONSULTAS \u00c0 NF-<em>e<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 16.&nbsp; Ap\u00f3s a concess\u00e3o de Autoriza\u00e7\u00e3o de Uso da NF-<em>e<\/em>, de que trata o inciso I do artigo 8\u00ba, a Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria disponibilizar\u00e1 consulta relativa \u00e0 NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba&nbsp; A consulta \u00e0 NF-<em>e<\/em> ser\u00e1 disponibilizada em site, na Internet, pelo prazo m\u00ednimo de 180 (cento e oitenta) dias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba&nbsp; A consulta \u00e0 NF-<em>e<\/em> ser\u00e1 disponibilizada pelo prazo decadencial, e, ap\u00f3s o prazo previsto no par\u00e1grafo anterior, poder\u00e1 ser substitu\u00edda pela presta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es parciais da NF-<em>e<\/em> que identifiquem:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I \u2013 o n\u00famero e a data de emiss\u00e3o da NF-<em>e<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II \u2013 o CNPJ do emitente e do destinat\u00e1rio;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III \u2013 o valor da opera\u00e7\u00e3o; e<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">IV \u2013 outras informa\u00e7\u00f5es consideradas relevantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 3\u00ba A consulta \u00e0 NF-<em>e<\/em>, prevista no <strong>caput<\/strong>, poder\u00e1 ser efetuada pelo interessado, mediante informa\u00e7\u00e3o da &#8220;chave de acesso&#8221; da NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 4\u00ba A consulta prevista no <strong>caput<\/strong> poder\u00e1 ser efetuada tamb\u00e9m, subsidiariamente, no ambiente nacional disponibilizado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>CAP\u00cdTULO XI<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong>DAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 17.&nbsp; A Secretaria de Estado da Fazenda poder\u00e1, mediante ato do seu titular, exigir a confirma\u00e7\u00e3o, pelo destinat\u00e1rio, do recebimento das mercadorias e servi\u00e7os constantes da NF-<em>e<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 18.&nbsp; Nas hip\u00f3teses de utiliza\u00e7\u00e3o de formul\u00e1rio de seguran\u00e7a para a impress\u00e3o de DANFE previstas neste Decreto, ser\u00e3o observados os seguintes requisitos:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">I \u2013 as caracter\u00edsticas do formul\u00e1rio de seguran\u00e7a dever\u00e3o atender ao disposto na cl\u00e1usula segunda do Conv\u00eanio ICMS 58\/95;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">II \u2013 dever\u00e3o ser observados os \u00a7\u00a7 3\u00ba, 4\u00ba, 6\u00ba, 7\u00ba e 8\u00ba da cl\u00e1usula quinta do Conv\u00eanio ICMS 58\/95, para a aquisi\u00e7\u00e3o do formul\u00e1rio de seguran\u00e7a, dispensando-se a exig\u00eancia da Autoriza\u00e7\u00e3o de Impress\u00e3o de Documentos Fiscais \u2013 AIDF e a exig\u00eancia de Regime Especial;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">III &#8211; n\u00e3o poder\u00e1 ser impressa a express\u00e3o &#8220;Nota Fiscal&#8221;, devendo, em seu lugar, constar a express\u00e3o &#8220;DANFE&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba&nbsp; Fica vedada a utiliza\u00e7\u00e3o de formul\u00e1rio de seguran\u00e7a adquirido na forma deste artigo para outra destina\u00e7\u00e3o que n\u00e3o a prevista no <strong>caput<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba&nbsp; O fabricante do formul\u00e1rio de seguran\u00e7a de que trata o <strong>caput<\/strong> dever\u00e1 observar as disposi\u00e7\u00f5es das cl\u00e1usulas quarta e quinta do Conv\u00eanio 58\/95.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 19.&nbsp; A Secretaria de Estado da Fazenda disponibilizar\u00e1, \u00e0s empresas autorizadas \u00e0 emiss\u00e3o de NF-<em>e<\/em>, consulta eletr\u00f4nica referente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o cadastral dos contribuintes do ICMS deste Estado, conforme padr\u00e3o estabelecido pelo Ato Cotepe 14, de 12 de novembro de 2007.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 20.&nbsp; Toda NF-<em>e<\/em> que acobertar opera\u00e7\u00e3o interestadual de mercadoria ou relativa ao com\u00e9rcio exterior estar\u00e1 sujeita ao registro de passagem eletr\u00f4nico em sistema institu\u00eddo por meio do Protocolo ICMS 10\/03 e altera\u00e7\u00f5es posteriores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Par\u00e1grafo \u00fanico. Esses registros ser\u00e3o disponibilizados para a unidade federada de origem e destino das mercadorias, bem como para a unidade federada de passagem que os requisitarem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 21.&nbsp; Aplicam-se \u00e0 NF-<em>e<\/em>, no que couber, as normas do Conv\u00eanio SINIEF S\/N\u00ba, de 15 de dezembro de 1970, relativamente \u00e0s aplic\u00e1veis \u00e0 Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 1\u00ba&nbsp; As NF-<em>e<\/em> canceladas, denegadas e os n\u00fameros inutilizados devem ser escriturados, sem valores monet\u00e1rios, de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria vigente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a7 2\u00ba&nbsp; Nos casos em que o remetente esteja obrigado \u00e0 emiss\u00e3o da NF-<em>e<\/em>, \u00e9 vedada ao destinat\u00e1rio a aceita\u00e7\u00e3o de qualquer outro documento em sua substitui\u00e7\u00e3o, exceto nos casos previstos na legisla\u00e7\u00e3o estadual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 22.&nbsp; Fica o Secret\u00e1rio de Estado da Fazenda autorizado a editar normas complementares necess\u00e1rias ao fiel cumprimento deste Ato, bem como para solu\u00e7\u00e3o de casos n\u00e3o contemplados pela legisla\u00e7\u00e3o, notadamente para estabelecer procedimentos de credenciamento em Manual pr\u00f3prio e divulgar a rela\u00e7\u00e3o de contribuintes sujeitos ao credenciamento obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Art. 23.<strong>&nbsp; <\/strong>Este Decreto entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, produzindo seus efeitos a partir de 1\u00ba de abril de 2008.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Rio Branco-Acre, 11 de abril de 2008, 120\u00ba da Rep\u00fablica, 106\u00ba do Tratado de Petr\u00f3polis e 47\u00ba do Estado do Acre.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Institui a Nota Fiscal Eletr\u00f4nica NF-e e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica-DANFE.<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[32,3],"tags":[35],"class_list":["post-15302","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-decretos","category-legislacao","tag-icms"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15302","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=15302"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15302\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=15302"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=15302"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sefaz.ac.gov.br\/2021\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=15302"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}